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Conheci também o senhor comendador Manuel Eduardo Vieira, o maior produtor de batata doce do mundo, que nos abre as portas da sua casa sempre que lá vamos. Acabei por fazer amizade com os irmãos Martins, os maiores produtores de leite do estado da Califórnia, e passei a lá ir todos os anos. Eu é que faço a gestão diária destas empresas. É o Marco que faz a gestão destas empresas ou entrou apenas com o capital?

  • Numa rua nova de Benfica, este restaurante junta dois mundos num só espaço luminoso e arejado, onde o betão e um certo ar industrial ganham vida com cores vivas, madeira e uma selva de plantas.
  • A sala apresenta uma decoração moderna e cosmopolita onde terá o prazer de colecionar agradáveis momentos e experiências gastronómicas.
  • Serviço de excelência num espaço excelente e relações humanas que nos fazem sentir em casa.
  • A razão é simples, historicamente era um produto relativamente barato, com enorme facilidade de conservação, nutritivo, saboroso e com uma imensidão de formas de o confecionar, resultando em pratos muito diferentes.
  • É o Marco que faz a gestão destas empresas ou entrou apenas com o capital?

Imágenes Cafe Restaurante Tribuna

A única decisão que tem de tomar é se escolhe entre o menu combo, que inclui três a quatro entradas, nove niguiris, dois rolls, sopa miso e sobremesa; ou o menu de niguiris, que é igual ao combo, mas não inclui as entradas. Com mais de 100 lugares, entre a elegante sala, o balcão e uma esplanada interior, o serviço é exemplar. Destaque para os wontons em caldo escuro e vibrante, noodles artesanais, elásticos e firmes, em versões com vaca ou tripas, além de pratos frios como a salada de vaca com pepino e coentros. Abriu praticamente sem sushi, mas os clientes que o conheciam de outras andanças estavam com tantas saudades que o chef reformulou a carta para incluir várias opções de sashimi, temaki, futomaki e oshizushi. A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente. No Rumi, as especialidades das cozinhas palestiniana e turca não se fundem – apenas convivem numa mesma e extensa carta, cheia de opções para partilhar.

Semana Gastronómica do Cordeiro regressa a Bragança de 28 de novembro a 8 de dezembro

A inspiração é sobretudo portuguesa, embora o chef não tenha pruridos em cruzá-la com técnicas e sabores de outras latitudes. Instalado no Bairro dos Actores, o espaço apresenta-se com uma carta curta e dinâmica, vinhos menos previsíveis e um ambiente descontraído. Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho.

Destaques

Há bitoque exemplar, alheira com grelos, choco grelhado suculento e pratos do dia consistentes, como o apurado arroz de corvina ou a lagarada de choco. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos. Entre as opções há tomate, mole, manjericão; chicharro, ajo blanco; escabeche de perdiz; dourada grelhada com tomatada de mexilhão e batata doce; pica-pau; ou cachaço de porco confitado com guisado de feijão maduro.

Os pratos mudam todos os dias e raramente se repetem. A dupla criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes, saladas, quiches e sopa, que seduziu de imediato o bairro. Com uma carta curta, é o produto, quase sempre vindo de pequenos produtores, a ditar os pratos, sem artimanhas. Numa sala animada, luminosa e verdejante, chegam à mesa grandes pratos como o surpreendente “pastrami da Liz”, croquetes de camarão, arroz de pato fumado, porco saloio, cachaço fumado ou bochechas de vaca com couve grelhada. A sala é elegante, o ambiente sofisticado e o serviço atento, com o chef a criar uma ligação genuína aos clientes. Por outro lado, passou a existir um balcão e, na segunda sala, dois lugares à janela.

Gelados bem servidos, muito saborosos, sem exagerar no açúcar, de qualidade, e com sabores fora do comum. Em algumas situações https://tribunasportsbar.pt/ o espaço livre para circulação entre asvarias mesas dos diversos grupos… A entrada e a sobremesa estavam deliciosas. Cordeiro na brasa, estufado ou em caldeirada, a diversidade de propostas oferece um verdadeiro roteiro de sabores do Nordeste Transmontano. A qualidade das carnes de raças autóctones volta a estar em destaque nesta época de maior afluência turística à cidade. Bragança volta a celebrar a excelência da sua gastronomia local com mais uma edição da Semana Gastronómica do Cordeiro, uma iniciativa promovida pela Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB).

Japão, Índia, China, Vietname, Coreia ou Tailândia, eis alguns dos países por onde passa a carta do Soão, um pan-asiático que dispensa truques de fusão e trabalha com produto sério e técnica afinada. Se na casa-mãe a ideia é deixar-se estar e descobrir o peixe além do marisco, neste espaço o marisco e os petiscos são as estrelas e está pensado para refeições mais rápidas. Se não quiser escolher, entregue-se nas mãos de quem sabe, Elísio Bernardes, e descubra o peixe à sua medida em nove momentos. Não dispense o croquete, um dos melhores de Lisboa, e o foie gras nas entradas.

Faça um pijaminha com as sobremesas tradicionais e, no fim, deixe a gravata para a decoração. Nas sobremesas, manda a doçaria alentejana. Às sextas e sábados, os clientes habituais já sabem, é dia de feijoada à brasileira – um dos grandes sucessos da casa. O sítio aceita ainda jantares de grupo ao jantar, para mais de 35 pessoas. “Cozinha caseira, bem feita, sem atalhos processados, que tem na sala um anfitrião de antigamente, educado e conhecedor”, acrescenta ainda. Pagam-se 22,50€ e come-se o que se quiser (com bebidas, café e sobremesas incluídas, o preço fica nos 32,50€).

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