Com a cozinha ao centro, balcão ao redor, está tudo à vista neste elegante e discreto restaurante da chef, que aqui cruza sabores tradicionais portugueses, as suas memórias, com o gosto internacional. Embora não entrem aqui produtos de origem animal, reinam os melhores sabores mexicanos. Cheio de pinta e boa música, centrado no balcão de azulejos pintado à mão, aposta no receituário português, com produtos escolhidos a dedo e referências de vinho a condizer. Uma casa inteiramente dedicada a um dos produtos mais emblemáticos da cozinha portuguesa, o bacalhau salgado seco. Na última quinta-feira, arroz, macarrão, feijão, salada crua, carne guizada e farofa de cuscuz com linguiça eram as opções disponíveis no Alecrim. O preço e qualidade da refeição são os principais motivos que fazem o aposentado Cícero Alves, 71 anos, sair de casa por volta das 10h, todos os dias, para almoçar no Alecrim.
- Se hoje são muitos os restaurantes bonitos, cheios de onda, com balcões vistosos, em 2017 não era bem assim.
- Também conta com pratos mais variados e nem tão leves, oferecendo duas opções de proteína diferentes todos os dias
- No ano passado, fundou a marca restaurante Caicoense, que tinha como destaque a cozinha regional do Seridó.
- Para além de uma diversidade de pratos típicos, este restaurante tem ainda saladas diversas para os acompanhar.
- No coração da Lisboa turística, criou uma marisqueira com produto escolhido a dedo – frescura é o lema da casa – e um serviço de excelência.
A inspiração é sobretudo portuguesa, embora o chef não tenha pruridos em cruzá-la com técnicas e sabores de outras latitudes. Com cozinha aberta e ambiente tranquilo, o serviço é eficaz e tem o seu momento na altura das sobremesas, com o “kinder joy”, um doce com leite condensado, chocolate e avelã que se apresenta numa taça em forma de ovo Kinder. A única decisão que tem de tomar é se escolhe entre o menu combo, que inclui três a quatro entradas, nove niguiris, dois rolls, sopa miso e sobremesa; ou o menu de niguiris, que é igual ao combo, mas não inclui as entradas.
A fechar, não pode deixar de experimentar o Napoleão, sobremesa de inspiração francesa, montada com elegância na hora. No pequeno restaurante aberto por Tomoaki Kanazawa, que quando regressou ao Japão, em 2017, escolheu Paulo Morais para o seu lugar, o chef homenageia a tradição nipónica como se fosse a sua. Até aqueles pratos que o JNcQUOI costuma receber de restaurantes regionais de todo o país, da lampreia à cabidela. Entre o restaurante, onde se destaca o esqueleto de um velociraptor, e o Delibar, com um balcão com 48 lugares, e a esplanada, há menus distintos, mas uma das mais-valias é o facto de tudo poder ser pedido em todo o lado. António Bóia, chef executivo do Amorim Luxury Group, é um zelador da cozinha tradicional, ainda assim acrescentando à carta propostas internacionais. E a qualidade da comida, do produto à execução, não fica nada atrás.
Informações Práticas e Acessibilidade
Louise Bourrat tem um outro espaço muito recomendável, o Gancho, que a Time Out considerou o melhor novo restaurante de 2025, assim como Boubou’s Sandwich Club. Com um serviço seguro, há dois menus de degustação disponíveis, de cinco e de sete momentos, com algumas opções à carta para completar a experiência. A cozinha é internacional, mas não faltam influências portuguesas, vindas do lado materno da chef, que detém o restaurante com o irmão e a cunhada, Alexis e Agnes. Significa “limpo” em sérvio – no fundo, limpo de preconceitos, à semelhança do chef.
O chef e jurado do MasterChef Henrique Fogaça vai abrir uma unidade do restaurante Cão Véio em Curitiba. A Semana Gastronómica do Bacalhau, em Bragança, decorre de 29 de março a 5 de abril e conta com 18 restaurantes que vão apresentar a sua melhor versão de bacalhau, divulgou a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Bragança (ACISB), em comunicado. Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região! Eu adoro essa área de gastronomia”, conta.
Começou bem, estávamos prontos para sair de casa e de repente… Acabei por fazer amizade com os irmãos Martins, os maiores produtores de leite do estado da Califórnia, e passei a lá ir todos os anos. Eu é que faço a gestão diária destas empresas. É o Marco que faz a gestão destas empresas ou entrou apenas com o capital? O pai nesta altura ainda lhe ganha nesse aspecto.
É sabido que durante a Semana Santa Bragança tem uma enorme afluência de visitantes e turistas da vizinha Espanha, que são conhecidos como grandes apreciadores de bacalhau. Historicamente era um produto relativamente barato, com enorme facilidade de conservação, nutritivo, saboroso e com uma imensidão de formas de o confecionar, resultando em pratos muito diferentes. O bacalhau, não sendo um produto local é, provavelmente, o peixe com maior importância na gastronomia transmontana. Nalguns estabelecimentos registou-se um enorme crescimento do “Bacalhau à Bragança”, em relação às edições anteriores, o que confirma que o prato começa a ganhar adeptos, por ser extremamente saboroso.
A confeção da carne, que provém de animais criados nas pastagens locais, é um ponto de honra, garantindo suculência e um sabor inconfundível. Este prato, emblemático da região, é servido em doses generosas, um detalhe frequentemente elogiado que contribui para a perceção de uma excelente relação qualidade-preço. Um dos pratos mais aclamados pelos clientes é a posta, descrita por vários como uma das melhores que já provaram.
Está a falar do Costinha, que era o diretor desportivo na altura e trabalhava com o Jorge Mendes, certo? Resumindo esse diretor disse-me que não contava comigo porque a pessoa que estava a colocar jogadores e a investir naquele ano no Sporting não me queria no projeto. Quando viemos de França colocamos os miúdos no liceu francês, em Valência, a determinada altura eram muitos idiomas. Na altura abriu-se essa hipótese e depois daquela saída, poder voltar bem ao Sporting era bom e obviamente forcei tudo em Espanha para que isso acontecesse.
O que realçamos foi todo o apoio e a ajuda na altura. Sim, se bem que era uma região um bocado complicada, onde havia a máfia calabresa, mas foi uma experiência muito positiva para nós. Vai para Itália já casado e com um filho. Tinha a certeza que era muito difícil jogar pelo Inter naquela altura com o plantel que tinha.
No “Petisq’ Aqui” há muitos estabelecimentos repetentes, que já participaram em edições anteriores e gostaram, e muitas estreias de espaços comerciais novos. O sucesso registado em edições anteriores leva a ACISB a repetir a iniciativa, respondendo à vontade dos próprios comerciantes. Desta feita são cerca de 20 os estabelecimentos aderentes que, de 1 a 30 de julho, proporcionam aos clientes um petisco pelo valor estipulado de 6€, com bebida https://tribunasportsbar.pt/ incluída. O pró-reitor Rank dos Santos destacou que o restaurante Universitário é muito importante nas universidades públicas, uma vez que oferece um serviço básico e importante, que é alimentação para os estudantes.
